Aroeira era uma cidadela do interior, onde seu festeiro Prefeito tinha por tradição comemorar seu natalício em praça pública, regado a cerveja e boi no rolete – tudo de graça.
Enquanto o forró corria solto, o boi rodava no espeto e os fogos estouravam no ar, a mãe natureza resolveu levar a ponte, que ligava o centro à zona rural.
A força da água foi tamanha que arrastou estrutura, carro, moto e até municípes, que não chegarão a tempo de tomar uma gelada, e comer uma costela com o Prefeito.