Réquiem para Amadeu

Naquela noite, Carminha fez tudo do jeito que Amadeu mais gostava. Quando o motorista chegou, fedendo a diesel, já tinha a rabada pronta, e a Brahma estalando na geladeira. Por dentro da lingerie vermelha, o corpo mulato incandecia, cheirando a Almas de Flores.

Depois de satisfazer o estômago do amásio, entregou-se sem restrições. Até o rabo foi preenchido pelo macho. Cansado, ela lhe trouxe uma gelada. Enquanto sorvia o néctar dourado, seu corpo começava a enrijecer. Ao seu lado, Carminha saboreava a cena.

Consumada a vindita, sentou-se na sala, abriu uma cerveja, e sorriu extasiada. No CD tocava “Traição não tem perdão.”

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