Zé Ninguém era um bom sujeito. Anônimo, como tantos brasileiros mas cheio de empatia – dívida o pouco que tinha, e era sempre o amigo certo das horas incertas. Mas um dia a vida lhe cobrou uma conta amarga, e nessa hora difícil não achou quem lhe desse o pouco. Só que as coisas mudam, e a vida dele também mudou. Não era mais anônimo. Os “amigos”? Todos queriam apertar a mão do enricado. E agora José ? Continuar a servir aos outros, ou cobrar a fatura pelos dias servidos?