Conto de Natal

Naquela noite, prostrado de joelhos no quarto, com os olhos marejados e o coração doído, cansado e sem esperança, só conseguia olhar para os céus e suplicar misericórdia. Na manhã seguinte, nada mudou. E isso se.repetiu por várias noites e manhãs, sem que o consolo tão desejado lhe chegasse. Até que no dia 24 de dezembro, pouco antes da meia noite, um telefonema lhe trouxe a notícia que iria mudar toda sua vida. Mais uma vez, de joelhos prostrados, agradeceu e chorou, mas dessa vez foi um choro de felicidade e gratidão.

Deixe um comentário